terça-feira, 27 de março de 2012

 PopRock News

Beyoncé vira nome de mosca rara

Inseto é batizado com nome da cantora por causa de sua cor dourada.

Os cientistas da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO) devem ser fãs de Beyoncé desde os tempos da cantora no “Destiny’s Child”. Foram eles que batizaram uma rara espécie de mosca com o nome da cantora – a ideia da homenagem veio por causa da cor dourada de uma determinada parte do inseto, que se assemelha ao da roupa de Beyoncé no clipe de “Bootylicious”.
A Scaptia (Plinthina) beyoncea tem outra relação curiosa: ela foi encontrada em 1981, o ano de nascimento de Beyoncé. O CSIRO diz que já tentou entrar em contato com da cantora para comunicar a homenagem, mas, até agora, não obtiveram uma resposta sobre o que ela acha a respeito.









Beyoncé não é a única a batizar um animal: lembremos que a aranha Myrmekiaphila neilyoungi foi batizada com esse nome em homenagem ao canadense Neil Young…


Madonna lança ''MDNA" e chega ao ápice de sua reinvenção


  Chegou o tão esperado novo disco da cantora Madonna. Nesta segunda-feira, dia 26 de março, foi lançado "MDNA", o 12.º álbum de sua carreira. Há semanas ela vem divulgando na internet trechos de novas músicas e deixando a mídia ouriçada. A rainha do pop avisou que não iria fazer coletivas de imprensa, nem promo tours para divulgar o trabalho. Madonna foi moderna e usou a tática das redes sociais. No último sábado ela participou de um chat na sede do Facebook, com o descolado Jimmy Fallon. Bem-humorada, ela respondeu perguntas de internautas e contou mais sobre “MDNA”.
A mídia internacional foi a primeira a se pronunciar sobre o disco. Jornais tiveram acesso e espalharam por aí suas opiniões. "Madonna ainda é a rainha do pop. Quase 30 anos depois de chegar pela primeira vez ao topo das paradas, mostra, como sempre, como se faz o trabalho", disse a revista americana "Billboard". Fica claro que, com o novo disco, não há concorrentes fortes para bater Madonna.
A verdade é que ela resolveu colocar tudo para fora, todos os seus medos, suas dúvidas, seus erros. As letras exorcizam o doloroso divórcio da cantora com o cineasta Guy Ritchie, em 2008. Mas o tom autoral se dissipa, porém, nas batidas eletrônicas. Sim, este disco comprova e confirma a vocação de Madonna para as pistas de dança. Para produzir ela chamou nomes relevantes como William Orbit, o DJ francês Martin Solveig e Benny Benassi. Além do pop e dance, Madonna flerta com o sons do momento, o dubstep, o rap e o hip-hop. Muito moderna.
“MDNA” pode e deve bombar nas pistas e nas rádios, mas passa longe do que se esperava de uma rainha do pop com tanta bagagem. A necessidade de se manter jovem e fresca levou a cantora por um caminho muito ousado e arriscado. Desde a primeira faixa, “Give Me All Your Luvin”, apresentada no Super Bowl, Madonna deixa claro que o disco vai contar a saga de uma adolescente que precisa se libertar de um passado intenso.

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